3 mitos do Marketing para você abandonar (segundo o Google!)

Algumas ideias são reproduzidas ao longo do tempo como se fossem verdades absolutas. Hoje, vamos conversar especificamente sobre três mitos do Marketing que perderam força nos últimos anos. E tudo isso de acordo com a equipe do Google Media Lab!

Para começar a desmistificar alguns conceitos, é preciso entender que, em muitos aspectos, ficamos com a sensação de que as coisas são assim, sempre foram e sempre serão. É por isso que, por vezes, acabamos paralisados frente a alguma ação ou até descartando algumas práticas de forma automática, sem realmente considerar que elas poderiam funcionar.

Que tal conhecer um pouco mais sobre esses três mitos do Marketing e melhorar algumas percepções sobre o assunto?

Produção de vídeo: tempo e custo

Um dos grandes mitos do Marketing identificado pelo pessoal do Google é que a produção de vídeos custa caro, demora para ser realizada e leva muito tempo para entrar no ar.

Quando pensamos em adaptar os recursos para as particularidades de cada plataforma, falar em vídeo remete à contratação de diretor e equipe, equipamentos de alto valor, transporte desses equipamentos, definição de uma localização perfeita e todos os custos com a edição e a pós-produção.

Parece que o trabalho não tem fim e precisa de grandes investimentos para acontecer. Mesmo assim, algumas plataformas ainda diminuem a qualidade na hora de entregar seu vídeo e todo esse empenho vira uma grande frustração.

Mas nem tudo precisa ser assim. Alguns aplicativos e ferramentas já possibilitam que o próprio time de Marketing grave e edite os materiais, bem como ajudam a criar rapidamente diferentes anúncios do mesmo produto ou serviço, a partir de uma divulgação genérica, para diferentes públicos e audiências.

A Decathlon utilizou o que eles chamaram que “personalização em escala” de vídeos para anúncios com o Youtube Director Mix. Confira mais sobre essa ferramenta e o case da empresa aqui!

Também separamos algumas dicas de vídeo marketing para você começar a usar agora mesmo

Dados, dados e mais dados

Cada vez mais as tomadas de decisão são baseadas em dados. Uma empresa, por exemplo, analisa os dados para definir o reabastecimento do estoque e as contratações de colaboradores. Já os clientes se baseiam em informações para optar por uma compra ou marca.

Você pode saber mais sobre essa orientação por dados aqui!

Quando trazemos os dados para o marketing digital, podemos pensar no número de visitantes que retornaram ao site, até que ponto um usuário rolou uma página ou até mesmo quais os exatos minutos e segundos em que as pessoas saem do nosso vídeo, por exemplo.

Mas será que todas essas métricas são realmente importantes? Entre os mitos do Marketing, somos levados a acreditar que todas as informações são relevantes e acabamos, algumas vezes, relacionando mais informações do que de fato precisamos para determinado objetivo.

O uso de dados para orientar as tomadas de decisão também deve ser filtrado e o ditado que diz que “menos é mais” também vale para a utilização dos dados no marketing digital.

Faça como o Google: identifique as campanhas e os três principais objetivos de cada uma delas. Assim fica mais fácil trabalhar com as métricas exatas para atingir os resultados.

A substituição por robôs

Nós já conversamos aqui no Next sobre esse assunto, que vai além dos mitos do Marketing. Contudo, esse post pode ficar obsoleto no minuto seguinte de sua publicação. Afinal, estamos acompanhando o crescimento cada vez mais rápido e intenso das inteligências artificiais e machine learning.

Mais do que nunca, devemos focar no que as máquinas fazem melhor do que nós e, assim, teremos tempo para desenvolver e produzir a partir do que somos bons enquanto seres humanos, como criatividade, inovação, inspiração e ideias.

Com os robôs concentrados, por exemplo, em calcular as equações que resultam nas métricas mais importantes, o operacional humano pode trabalhar no criativo dos anúncios.

A conclusão do Google é de que as máquinas tomam decisões que exigem muito trabalho manual e baixo nível de complexidade. Assim, as pessoas se encarregam das habilidades e competências que são exclusivas da nossa característica de ser humano.

Você já tinha pensando sobre esses mitos do Marketing? Quais outras crenças você já conseguiu desmistificar?

Autor (a)

Marina Petrocelli
Mais de 12 anos se passaram desde minha primeira experiência com Comunicação Social. Meus primeiros anos profissionais foram dedicados às rotinas de redações com pouca ou nenhuma relevância digital. O jornalismo plural se resumia em apurar os fatos, redigir a matéria e garantir uma foto expressiva. O primeiro sinal de mudança veio com a proposta para mudar de realidade e experimentar um formato diferente de produzir. Daí pra frente, as particularidades do universo do marketing se tornaram permanentes. Ah! Também me formei em Direito (com inscrição na OAB e tudo). Mas nem tudo se resume às minhas habilidades profissionais. Como produtora de conteúdo, me interesso por boas histórias, de pessoas reais ou em séries, filmes e livros, especialmente distopias. Gosto de montar roteiros de viagens e reconhecer estrelas e constelações em um aplicativo no celular. Museus, música e arte no geral chamam minha atenção, assim como cultura pop.

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