Saiba como o Business Agility pode ajudar em cenários incertos

Adaptação está em alta. Quem não sabia agir diante de mudanças talvez tenha sentido um pouco mais os efeitos dos últimos tempos. Já para quem sempre praticou o business agility, mesmo sem saber o significado deste conceito, certamente não deixou faltar ação diante de problemas.

Uma cultura business agility nada mais é do que a capacidade de uma empresa se adaptar rapidamente à uma ou mais mudanças do mercado. E o simples fato de vivermos em uma era de evoluções tecnológicas constantes já torna isso essencial.

Portanto, organizações que sabem encarar mudanças – sejam ela internas ou externas, de pequeno ou grande porte-, mantendo a produtividade e o mesmo uso de recursos, sem deixar de lado a qualidade, atravessam cenários incertos permanecendo competitivas.

O que é

Diversas ciências permitem estimar tendências, mas imprevistos podem e vão acontecer, uma vez que qualquer cálculo leva em conta inúmeras variáveis. Algumas delas, inclusive, são sinônimo de volatilidade, como pessoas, política e mercado.

O business agility considera esses elementos e propõe uma mentalidade mais flexível nas empresas, que podem se reconfigurar e superar crises mais globais.

Isso também torna o negócio mais competitivo em meio a concorrentes que não possuem estratégias e nem agilidade para atuar em cenários mais críticos.

Como conceito, o business agility começou com o desenvolvimento de software, mas algumas das ideias que se encontram nele vieram do estudo da ciência da complexidade e da noção de sistemas adaptativos complexos.

Estrutura

As mudanças inesperadas são as que mais abalam uma empresa. Por isso o business agility cria ferramentas que tornam negócios de todos os portes relativamente ágeis para se adaptarem às demandas do mercado.

Portanto, um resumo da sua aplicação é:

  • Lidar com mudanças do mercado;
  • Tornar ágil a adequação de produtos ou serviços;
  • Montar um esquema de planos bem sucedidos para chegar à inovação.

Para ser realmente ágil, inovação será sempre a palavra de ordem. Envolver pessoas certas no momento, lugar e função correta ajuda a melhorar a colaboração e, por consequência, as mudanças apresentam impactos positivos.

E não para por aí. Com a mudança é preciso ter visão e objetivos para administrar estratégias. Justamente nesse ponto se torna essencial pensar no futuro e estabelecer o que será feito e aplicado na organização. Dessa forma, é possível gerar um comprometimento supervisionado, que garante que a adaptação seja verdadeiramente inovadora.

Business agility na prática

A agilidade dos negócios começa com a aplicação de conceitos. Portanto, confira os pontos que as empresas precisam estabelecer para o uso do business agility:

Beber de novas fontes

Startups são excelentes referências, pois colocam em evidência a alma do empreendedorismo. Combinado ao gerenciamento tradicional, a mentalidade de inovação desse tipo de empresa pode contribuir para planejamentos de curto prazos.

Cultura organizacional

Sem uma cultura que esteja inteirada ao business agility, não haverá qualquer retorno positivo com mudanças. Resolver esse problema é uma urgência.

Pessoas são parte do processo

Para trabalhar com agilidade, as empresas precisam se preocupar em melhorar o desenvolvimento dos próprios funcionários antes mesmo de pensar em contratações. Quando todos estão de acordo com um conceito, isso faz parte da essência e do dia a dia dos negócios.

Tecnologia é aliada

No lugar de temer os avanços da tecnologia, as empresas podem aproveitar todas as suas soluções para explorar recursos e desenvolver produtos e serviços.

A empresa dentro e fora

Estímulos internos e externos mandam na hora de manter o engajamento, inclusive dos clientes. A comunicação e bom entendimento dos contextos mais atuais trarão bagagem para que os funcionário e clientes lidem com mudanças e respondam diante de incertezas.

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Autor (a)

Ana Rízia Caldeira
Boa ouvinte, aprecio demais os momentos em que posso ver o mundo e conhecer as coisas pelas palavras das outras pessoas. Não por menos, entrei para o jornalismo. E além de trazer conteúdos para o Next, utilizo minhas habilidades de apuração e escuta para flertar com a mini carreira de apresentadora nos stories do MBA USP/Esalq, no quadro Você no Camarim. Quando não estou me ocupando em ser a garota dos textos e do Instagram, gosto de usar meu tempo para devorar livros, acompanhar algum bom filme, enfeitar minha casa com tapetes de crochê, desenhar flores e abusar dos meus dotes na cozinha.

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