O que o Brasil precisa aprender com a Finlândia para melhorar a educação

A cada três anos é realizado no mundo todo o Pisa (Programme for International Student Assessment), um teste que avalia o nível da educação em diversos países ao redor do globo.

A Finlândia destaca-se a cada edição entre os primeiros colocados. Já o Brasil ocupa a 60º posição em um ranking com 76 países avaliados.

Especialistas destacam alguns pontos da educação finlandesa que deveriam ser absorvidos pelo sistema de ensino brasileiro. Conheça alguns deles:

  • Valorização dos professores

O professor na Finlândia recebe uma remuneração média em relação a diversos outros setores no país, mas mesmo assim essa é uma das profissões mais populares no país. Isso porque o professor é bem preparado, tem aulas específicas de preparação para a vivência em sala de aula e conta com plano de carreira.

  • Valorização das diferentes formas de aprendizado

Aprender é uma característica individual. Uns aprendem mais com música, outros com trabalhos manuais, outros com a visão. E é assim que os finlandeses trabalham em sala de aula: com planos pedagógicos que abraçam os diferentes estilos de ensino e diferentes métodos.

  • Sem provas

Provas como o Enem, Enade ou vestibular não existem por lá. Além de não existirem provas nacionais, como aqui no Brasil, os professores ainda têm autonomia para aplicar os tipos de testes que quiserem em seus alunos, ou nem aplicá-los. Isso porque os finlandeses dizem que é possível preparar os alunos para provas ou para a vida, e eles escolheram a segunda opção. Segundo eles, na escola deve-se ensinar apenas o que será útil no dia a dia, como calcular a porcentagem do imposto sobre heranças ou a renda pessoal, como criar um site, como calcular descontos em produtos, como localizar o lugar onde vivem, etc.

  • Valorização da arte

As escolas finlandesas oferecem aulas de artes e música no currículo básico, pois acreditam que isso estimula o desenvolvimento da criatividade e comunicação dos alunos, características que refletem e ajudam no desenvolvimento de todas as outras áreas, até mesmo nas de exatas.

E você, como enxerga essas inovações no ambiente escolar?

   

Autor (a)

Compartilhar